Perto, porém distante.
Próximo,mas sem profundidade.
Hipocrisia. Superficialidade.
Relações humanas são dificeis, são complicadas.
E ainda conseguimos deixa-las mais complexas do que já são.
Conseguimos olhar nos olhos do proximo e nao enxergar o sentimeno que grita num brilho do olhar.
Conseguimos conversar e nao decifrar as palavras mais tristes.
Conseguimos abraçar sem sentir o calor humano.
Conseguimos acompanhar e nao notar a solidão.
Triste,conseguimos.
Atitudes,gestos, palavras(ou a falta delas),
como ser tão indiferente??
como ser tão insensível??
como ser humano??
Nunca vou deixar de crer nas pessoas e nas relações humanas.
Só devemos parar pra rever certas atitudes que temos e que nos afastam daqueles que realmente são importantes pra nós.
Porque é triste,mas percebi que...
Há presença cheia de ausência.
Há carinho sem amor.
Há choro sem dor.
Há...
Triturando palavras, expremendo sentimentos, amassando as idéias, espalhando aqui os remanescentes.
26 de jan. de 2010
17 de jan. de 2010
remanescentes
Ando muito a fim de entender o mundo e o porquê das coisas.
querendo compreender o imcompreensível.
Talvez esteja perdendo meu tempo, precioso tempo,
mas preciso ver as coisas com mais clareza...
se é que isso é possivel!!
querendo compreender o imcompreensível.
Talvez esteja perdendo meu tempo, precioso tempo,
mas preciso ver as coisas com mais clareza...
se é que isso é possivel!!
2 de dez. de 2009
A bailarina e o Astronauta
ando tão a fim de blogar, mas estou meio sem criatividade.Por isso,vou postar aqui a criatividade alheia.
Tiê é muito boa.
A bailarina e o Astronauta
Eu sou uma bailarina e cheguei aqui sozinha.
Não pergunte como eu vim,
porque já não sei de mim.
Do meu circo eu fui embora,
sei que minha família chora.
Não podia desistir,
se um dia, como um sonho ele apareceu pra mim.
Tão brilhante como um lindo avião.
Chamuscando fogo e cinzas pelo chão.
De repente como um susto,
num arbusto logo em frente,
aconteceu uma explosão,
afastando a minha gente.
Mas eu não quis ir embora, não podia ir embora.
Como se nascesse ali um amor absoluto pelo homem que eu vi.
Poderia lhe entregar meu coração.
Alma, vida e até minha atenção.
Mas vieram as sirenes e homens falando estranho.
Carregaram meu presente como se ele fosse um santo.
Dirigiam um carro branco e num segundo foram embora.
Desse dia até agora, não sei como, não pergunte, procuro por todo canto.
Astronauta, diz pra mim cade você, bailarina não consegue mais viver.
Tiê
Tiê é muito boa.
A bailarina e o Astronauta
Eu sou uma bailarina e cheguei aqui sozinha.
Não pergunte como eu vim,
porque já não sei de mim.
Do meu circo eu fui embora,
sei que minha família chora.
Não podia desistir,
se um dia, como um sonho ele apareceu pra mim.
Tão brilhante como um lindo avião.
Chamuscando fogo e cinzas pelo chão.
De repente como um susto,
num arbusto logo em frente,
aconteceu uma explosão,
afastando a minha gente.
Mas eu não quis ir embora, não podia ir embora.
Como se nascesse ali um amor absoluto pelo homem que eu vi.
Poderia lhe entregar meu coração.
Alma, vida e até minha atenção.
Mas vieram as sirenes e homens falando estranho.
Carregaram meu presente como se ele fosse um santo.
Dirigiam um carro branco e num segundo foram embora.
Desse dia até agora, não sei como, não pergunte, procuro por todo canto.
Astronauta, diz pra mim cade você, bailarina não consegue mais viver.
Tiê
10 de nov. de 2009
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